Na porta do estúdio, um letreiro chamava: “Fique bonito pra sempre! Sem arrependimentos!”
Um sujeito que sempre sonhou ser “bonitão” entrou decidido.
— Quero um dragão na cara! Da testa até o queixo. Quero ver quem vai rir de mim!
— Vai rir mais ainda — cochichou o tatuador, mas pegou a agulha.
Duas horas depois, o sujeito saiu com a cara parecendo um gibi mal desenhado.
Na rua, riram.
No mercado, ninguém atendeu.
No trabalho, mandaram pra casa antes do café.
Em casa, ouviram da janela:
— Volta quando essa sua “obra de arte” sair da cara!
Voltou ao estúdio.
— Vim apagar.
O tatuador apontou pra parede:
“Aqui fazemos tatuagem, não milagre.”
Saiu de novo. Agora, mais bonito… pelo menos para os curiosos que riam sem parar.
Moral da história? Quem entra querendo virar obra-prima… pode sair obra de horror!